Num certo dia, voltando para minha casa na Kombi Azul e Branca da Folha Metropolitana o Arizate passou a tocar meus órgãos genitais e exigiu mesmo em troca.
Com a minha inexperiência e infância simples, eu não sabia muito bem o que estava acontecendo e não reagia aos seus ataques.
A partir desse momento descobri o sexo de uma forma equivocada e com os valores completamente invertidos.
Além disso, era a primeira vez que eu tinha contato com esse tipo de situação na minha vida.
Fui criado no meio do mato, e na minha infância eu vivia com um estilingue pendurado no pescoço caçando passarinhos, nadando e pescando no rio Paraná que banhava a minha cidade.
Tinha uma vida totalmente caipira e nunca ouvi falar sobre essas coisas.
Tinha uma vida totalmente caipira e nunca ouvi falar sobre essas coisas.
O mês de fevereiro chegou, e o feriado de carnaval estava se aproximando.
E por determinação da empresa não íamos trabalhar no feriado. Pegamos folga na segunda e na terça-feira, mas voltaríamos ao trabalho na quarta-feira de cinzas.
E por determinação da empresa não íamos trabalhar no feriado. Pegamos folga na segunda e na terça-feira, mas voltaríamos ao trabalho na quarta-feira de cinzas.
Foi quando o Arizate fez um convite para passar um final de semana com sua família na represa de Santa Isabel/Igaratá.
De certa forma, tudo aquilo parecia ser normal, já que eu estaria no acampamento com sua esposa e filhos.
Por esse motivo meus pais autorizaram a viagem sem questionar nada. Pois o Arizate sempre demonstrou simpatia e acolhimento.
A partir desse feriado, mais surpresas começaram a aparecer.
Trabalhei normalmente no domingo e fomos viajar na segunda-feira logo pela manhã com a Kombi da Folha Metropolitana.
Ele passou em casa com sua família e depois pegamos mais três colegas de trabalho na suas casas.
Ele passou em casa com sua família e depois pegamos mais três colegas de trabalho na suas casas.
Durante o caminho ele disse que sempre fazia esse tipo de viagem com os seus funcionários e tinha a autorização da empresa para pegar o veículo.
Fomos pela Rodovia Presidente Dutra e depois entramos na cidade Santa Isabel, e logo em seguida pegamos uma estrada secundária para chegarmos até o local. A viagem durou mais ou menos uma hora meia por causa da precariedade da estrada ao longo da represa.
Assim que chegamos à represa, montamos uma barraca pequena e outra grande junto a Kombi. Sua esposa fez um sanduíche para todos na hora do almoço.
O dia parecia tranquilo, enquanto a esposa do Arizate brincava com seus filhos nas margens da represa, ele nos convidou para pescar em outro lugar.
Para chegar ao local da pesca, tínhamos que andar uns 15 minutos aproximadamente por uma trilha que margeava a represa. Ele demonstrava conhecer muito bem o local onde estávamos acampados e chegando ao local escolhido, tive a grande revelação da minha viagem.
Arizate passou a acariciar os meus colegas sem nenhum pudor ou constrangimento.
Foi então que descobri que eu era o iniciante do grupo e os garotos que estavam comigo já tinham passado por isso, já que nenhum deles reagiu aos ataques deferidos por ele.
Foi então que descobri que eu era o iniciante do grupo e os garotos que estavam comigo já tinham passado por isso, já que nenhum deles reagiu aos ataques deferidos por ele.
Logo em seguida, o Arizate veio ao meu encontro com suas roupas abaixadas pedindo para fazer sexo com ele.
Tomei um susto, mas percebi que todos os meus colegas já tinham feito o mesmo e não havia problema nenhum.
Meus colegas me incentivaram a fazer sexo com ele e por causa disso não tive como negar. Todo tempo que tivemos relação sexual, ele segurava as minhas mãos com muita força nos seus órgãos genitais.
Fazendo com que eu o masturbasse o tempo todo. Logo após os atos sexuais, voltamos para o acampamento como se nada tivesse acontecido.
O mesmo aconteceu na terça-feira, ele saiu para pescar e nos chamou para ir com ele. Não tinha como negar, e foi ai que as chantagens começaram a aparecer.
A única lembrança que existe do local é de uma pequena cachoeira onde todos nós brincávamos, inclusive com os filhos e esposa do Arizate.
Na quarta-feira de cinzas, voltei para o trabalho normalmente. No final do expediente ele me convidou para almoçar na empresa.
Eu recusei. Foi quando ele disse para nunca comentar com meus amigos ou familiares sobre essas coisas. Se alguém ficasse sabendo dessa história ou algo parecido ele me mandaria embora da empresa e as coisas passariam a ficar complicadas para o meu lado.
A partir desse dia comecei a trabalhar sobre muita pressão, e foi ai que passei a entender por que alguns dos meus colegas sofriam agressões físicas do Arizate dentro da Kombi da Folha Metropolitana.
Jamais poderia imaginar que um funcionário da empresa que me contratou se comportaria como um maníaco. O triste de tudo isso é que eu passaria a conviver com ele diariamente com durante meses.
Oi Zhe
ResponderExcluiracabei de ler seu blog inteiro e o que eu posso dizer é que sinto muito pelo o que vc viveu,e lhe dar os parabéns pela coragem e força por divulgar isso. Só quem já sofreu abuso sabe a cicatriz que fica...
parabéns novamente.Mais uma voz contra a pedofilia.
Zhe,
ResponderExcluirParabéns pela coragem. Esse é um passo importantíssimo na luta contra a pedofilia.
Espero que tenha feito um bem enorme pra vc botar essa história toda pra fora.
Um abração,
Alê Jarussi
Zhe... acho q preciso ter uma conversa com meu filho, mesmo ele sendo tao jovem. Ta vendo? Talvez vc tenha evitado que outro caipirinha amado caia numa dessa.
ResponderExcluirP.S. Vc fez seu primeiro post no dia do meu niver: 22/06. Coincidencia?
Bj, Aggnes
pai vc sofreu mt na sua adolescencia não queria passar por isso ! ainda bem que vc conseguiu se escapar dessa né !?
ResponderExcluirTE AMOO PAI !